Profissão docente



Profissão docente

SEMANA 1

 Olha eu aqui novamente, desta vez postando sobre nosso ultimo módulo, apesar de ainda não ser o tempo para despedidas, ao começar a ver os vídeos já me bateu um alivio, mas uma angustia de que tudo isso passou muito rápido.
 Porém não temos tempo para ficar falando sobre minhas reflexões quanto a tempo rs.
 Essa primeira semana esteve sobre a responsabilidade da professora Silvia Gasparian Colello, da Faculdade de Educação da USP.

 Vimos um vídeo de apresentação da disciplina, que nos propõe a reflexão sobre o papel do professor que a muito tempo vem sendo associado com a condição de "transmissor do conhecimento",  além de falar sobre a prática docente que para poder transformar a educação em inclusiva deve-se ter uma preocupação com a relação professor-aluno.

Vídeo-aula 1: Papel do professor: instruir ou educar?       

                                   



Nessa aula a professora Silvia discute a função docente apartir do dilema instruir ou educar, além de questionar se a educação tem que submeter ao ensino ou ele que se submete á educação. 
Acredito que a educação não pode deixar de considerar oque acontece além dos muros escolares, e cabe ao professor adaptar suas aulas ao cotidiano de seus educandos. (não só o professor, mas um Projeto político pedagógico que vise o trabalho em conjunto com a sociedade)
Deve se ter uma sintonia entre a escola e a sociedade para que se tenha um equilibrio  entre as dimensões pedagógicas e educativas dentro da prática escolar.
O papel do professore deve ser educacional e pedagógico, levando em consideração o desenvolvimento, a aprendizagem, a personalização, socialização, humanização e libertação
O professor deve instruir e ensinar, fazendo uma caminho de mão duplas.
A pedagogia real situa-se para além dos limites e das intenções de qualquer disciplina.” George Gusdorf




Vídeo-aula 2: A ação educativa ao longo da trajetória escolar
                  

Nessa vídeo a professora Silvia trouxe abordagens interessantes como:
·         - Princípios e significados da ação educativa;
·         - A criança na Educação Infantil e as implicações educativas;
·         - A criança no Ensino Fundamental e as implicações educativas;
·         - O jovem no Ensino Fundamental Médio e as implicações educativas;
    A escola não tem apenas significado disciplinar na vida dos alunos, pois é nela que são construida as relações, a contextualização de valores, aprendizagens cotidianas, resolução de problemas.
 Mas qual é a a ação educativa, qual é o papel do professor nas sucessivas etapas da escolaridade?

  Na educação infantil a escola funciona como um espaço para brincar, oque esta em jogo é a adaptação desses pequenos seres com os meios, ampliação de seus conhecimentos, de suas linguagens e principalmente de suas relações, para isso cabe ao professor o papel de investir nas esferas: afetiva, funcional, cognitiva, linguistica e de ajustamento pessoal.
  Já para os primeiro e segundo ano do ensino fundamental  a escola é vista como uma espaço para aprender, está em jogo o auto conhecimento, se adaptar ao ritmo da escola, diferentes relações sociais, cabe ao professor dar um apoio funcional, promover e fortalecer seus vinculos com o saber, estimular a convivência através de valores.
No ensino fundamental de terceiro e quarto ano a escola é vista como espaço plural, onde as relações estão mais ampliadas, e as concepções pessoais começam a aparecer, oque etsá em jogo é o auto conhecimento, aprender a aprender, organizar, ter autonomia e conviver com as dificuldade e tentar lidar com elas. O professor então tem que fortalecer essa relação entre aluno e escola, através das dimensões: afetiva, metodológica, funcional, cognitiva e social.
Ensino Fundamental do quinto ao nono ano, a escola entre tantos outros mundos, o aluno já pensa em afazeres fora do ambiente escolar, mesmo que muitas vezes esses tenham relação com a escola e por fim no ensino médio: entre o reconhecimento da escola e a disponibilidade para investir na aprendizagem.
Oque está em jogo nessas fases é: Lidar com as crises os conflitos, cobrança pelo empenho (desempenho), projetos de vida, opção profissional, redefinir a própria identidade além de valores... são fases de constantes mudanças pois é onde estão procurando seu lugar. Cabe ao professor dar apoio, orientar, sensibilizar, conscientizar sobre os aspectos da vida e responsabilidade social. Preparar para a vida fora da escola, o aluno ir se formando ao longo desses períodos.
O professor deve acompanhar as necessidades dos alunos em cada época, período escolar, para dar suporte necessário para intervir na sua aprendizagem social da melhor forma.

Fonte das imagens: 


SEMANA 2
Vídeo-aula 5: O papel do professor na mediação cultural
                                           
Nessa aula a Professora Rosa Iavelberg nos fala sobre a produção cultural que pode e deve ocorrer dentro da escola.
é um trabalho que pode estar relacionando a disciplina arte, mas pode ser dissiminada em todas disciplinas do currículo.
A Arte deve  espontânea para que seja levado para a vida fora da escola.
É preciso desmistificar a arte como objeto acessivel a poucos, pois ela pode ser encontrada em diversos lugares, porém por questões culturais acaba ficando restrita.
Promover a conscicência sobre o valor da arte na sociedade e na vida dos indivíduos, desconstruindo a idéia de que a arte é um conhecimento distante do conhecimento.
O professor deve instigar a arte brasileira, fazendo arte na escola, para o aluno aprender com suas produções, a dos amigos, além de conhecer sobre produção socio-histórica da arte.
" "A ARTE PROMOVE A AUTO-ESTIMA DO APRENDIZ PORQUE POSSIBILITA A EXPRESSÃO DE CADA UM, CONSTRUÍDA COM BASE EM SABER FAZER, SABER INTERPRETAR E VALORIZAR ARTE DE MODO AUTORAL EM UM CONTEXTO DE APRENDIZAGEM COMPARTILHADA"
Utilizar as temáticas tranversais para abordar o tema.
Quando o professor media a formação cultural promove a integração social, em especial o ambiente escolar, trabalhar a arte como sentido na vida das pessoas, mostrar protagonismo dos artistas, mostrar a arte que faça sentido.

Fonte das imagens: 


Vídeo-aula 6: O professor e a diversidade cultural na sala de aula

Nessa aula a professora nos fala sobre a importância do ensino sobre a diversidade cultural , que "promove uma construção de identidade artística e estética dos estudantes com base no conhecimento e no valor da própria cultura e das demais respeitando-as."
Ou seja o aluno passa a respeitar aquilo que conhece.
As culturas estão em constante mudanças, transformações o professor precisa promover essa aprendizagem.
Estudos sobre multiculturalismo, apontam a arte:
"Ensino nas escolas de diferentes conteúdos não pertencentes à cultura dominantes
Ênfase nas relações humanas como cooperação e respeito mútuo.
Ênfase nas relações indivíduo-grupo em diferentes culturas
Ênfase na promoção do pluralismos e na diversidade cultual e na equidade social"
O professor deve considerar as influencias culturais de cada povo.
A arte não precisa ser estudada só através de objetos artisticos, mas tambem de outras produções cultuais como, musica, dança, costume.
Quando o educador aproxima a arte de seus alunos, e em especial a arte do local, há um interesse maior pois "recuperam o gosto por frequentar a escola, porque dizem respeito direto a identidade dos estudantes, sua historia, memória e universo de experiência"

Sempre que vejo assunto de arte, cultura, me vem a cabeça o funk que esta tão presente nas escolas que tenho trabalhado, e fico me questionando como trabalhar essa cultura, pois querendo ou não tem se tornado uma cultura popular, então é preciso discutir o assunto, e não apenas criticar

Fonte das imagens:

SEMANA 3
Vídeo-aula 9: Modelos de ensino: das concepções docentes às práticas pedagógicas
As nossas práticas funcionam como icebergs.. onde o lado de fora são nossas práticas e a parte que esta embaixo da água são os fundamentos do projeto educativo. Muitos profissionais ficam só nas práticas sem saber dos saberes e concepções pedagógicas.
A prática pela prática leva a algumas ciladas como:
Os fins justificam os meios
Insegurança do professor
Desequilíbrio de projeto educativo
Trajetória incerta dos alunos e resultados inexplicáveis
Dificuldades para planejar e avaliar
Falta de diretrizes e de critérios para organizar o fazer pedagógico
"A prática pedagógica nunca é neutra, é sempre comprometida com alguns valores."
Imagens:


Vídeo-aula 10: A relação entre professor e aluno






Criar boas relações para que não vejamos alunos compartilhando via facebook imagens com tais comentário:
Será que a escola quer atormentar a vida dos adolescentes?
Mas será que passamos a impressão correta?
Oque podemos fazer para melhorar nossas relações?

Essas perguntas não saem da minha humilde cabeça, toda vez que trabalho com o assunto de relações...

A experiência pedagógica se realiza como experiência bidirecional, criando uma atmosfera em que se cultivam o respeito mútuo, a curiosidade, o espírito de pesquisa, o diálogo, a busca das verdades e dos valores.


SEMANA 4
Vídeo-aula 13: A construção do fracasso escolar: os mecanismos do não aprender e os desafios do professor

Rejeitando as explicações reducionistas sobre a não aprendizagem, a aula tem como objetivo discutir a produção do fracasso a partir das relações entre o aluno e o mundo, o mundo e a escola, a escola e o aluno. Nesse contexto complexo, é possível vislumbrar tanto a lógica do não aprender como o risco de aprender.


Vídeo-aula 14: Processos de aprendizagem e implicações para a prática docente
Com base nos referenciais teóricos de Piaget e Vygotsky, a aula pretende colocar em evidência a dimensão sociocultural da aprendizagem e ainda explicar a dinâmica dos processos cognitivos.



SEMANA 5


Vídeo-aula 17: O professor e a cidade educadora

A arte de qualidade artística presente nas ruas pode ser estudada de modo sistemático no currículo das escolas. Isso efetiva o diálogo entre a vida cotidiana dos alunos e sua vida escolar, além disto, aperfeiçoa e educa o olhar para a cidade.



Vídeo-aula 18: A escola e as instituições culturais
 (Catavento cutural e educaional)
 

 (Museu da lingua portuguesa)
Na educação escolar em geral cumpre-se os requisitos da formação cultural contemporânea ao se fazer interface com as instituições culturais, assim o aluno relaciona a arte que faz e aprende na escola àquela que ocorre em diferentes práticas sociais.

O que é possível aprender em um patrimônio histórico? Dois professores contam passagens históricas da construção do edifício e revelaram detalhes da arquitetura e da urbanização da região central da cidade.

SEMANA 6

Vídeo-aula 21: A complexidade da constituição docente
A aula procura delinear a complexidade da constituição docente, colocando em evidência os aspectos intrínsecos e extrínsecos do “ser professor”, as condições de trabalho, os fatores de satisfação e insatisfação. Entre a realidade profissional e as perspectivas de uma ação transformadora, é possível vislumbrar limites e possibilidades da prática pedagógica.
Vídeo-aula 22: O professor leitor

Ler é atividade fundamental na formação docente. Não só pela ampliação de vocabulário e repertório. O exercício da leitura leva à prática da interpretação, da crítica e da autotranscendência.

SEMANA 7
Vídeo-aula 25: Professor pensador
Seja autor da sua vida, sua história, não deixe que ninguém corte suas asas, vá atrás de seus sonhos, objetivos, crie e faça seu caminho.



A leitura reflexiva conduz ao prazer de pensar. Um pensar voltado para a realidade, em diálogo com o extramental. Na prática docente, o pensamento livre e criativo é essencial, ou se recai no instrucionismo limitante.
Vídeo-aula 26: Professor autor
Só faz sentido falar em autonomia docente se elaboramos o conceito de autoria. O professor como autor de suas ideias, no contexto da sociedade midiática e em face dos atuais desafios da educação brasileira.
Textos de Apoio
Como complementação de suas aulas, o Prof. Gabriel Perissé indica os seguintes textos de sua autoria:
Perissé, Gabriel. “Sem filosofia... nem pensar!”
Perissé, Gabriel. “O pensamento livre na noite”
Perissé, Gabriel. “Ter, plantar e escrever”
Perissé, Gabriel. “Escreve que te escuto”
Perissé, Gabriel. “Seres que escrevem”


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